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O que você está disposto a mudar?

Para modificar hábitos, é preciso abrir mão de confortos que prejudicam o ambiente, e negociar a distribuição dos sacrifícios.

Você está disposto a abrir mão do seu conforto e de alguns de seus hábitos para salvar a vida e a própria Terra? Feita assim, esta pergunta parece exagerada e com resposta óbvia. “Claro que sim. Faremos o possível. Afinal, não podemos imaginar a vida fora deste mundo” seria o coro ouvido por quem se atrevesse a perguntar a uma multidão. De tão óbvia, a resposta chega a ser falsa e apressada. A verdade é que muitos ainda se perguntam se podem mesmo fazer algo para salvar o planeta, atribuindo os problemas ambientais à sociedade, aos governos ou a qualquer instância supostamente exterior a nós mesmos. Basta lembrar algumas iniciativas que compreenderemos a dificuldade de convencer a todos de participar de algum modo da operação de salvamento da Terra.

Confira aqui essa excelente matéria sobre os avanços e tendências sobre a mudança de postura da sociedade.

 

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Cemitérios como Fonte de Contaminação Ambiental

Em razão do crescimento da população e contaminação das águas superficiais, o que compromete os padrões de potabilidade a custos razoáveis, o abastecimento de regiões quase sempre de maior densidade demográfica é um desafio crescente e de alto investimento, limitando a exploração de fontes hídricas subterrâneas.

O aumento populacional também exige áreas cada vez maiores para sepultamento de corpos humanos. Assim, áreas destinadas à implantação de cemitérios geralmente são escolhidas entre as de baixa valorização econômica, quase sempre em regiões de reduzido desenvolvimento socioeconômico. Essas áreas muitas vezes têm características geológicas e hidrogeológicas não avaliadas devidamente, o que pode levar a problemas sanitários e ambientais de enorme complexidade. Cemitérios são áreas que geram alterações no meio físico e por isso devem ser considerados fontes sérias de impacto ambiental.

No Brasil, a maioria dos cemitérios é muito antiga e, exatamente por isso, descompassados em termos de estudos técnicos e ambientais. Considerando essa situação, o Conselho Nacional do Meio Ambiente publicou, em 3 de abril de 2003, a Resolução nº 335 estabelecendo que todos os cemitérios horizontais e verticais deverão ser submetidos ao processo de licenciamento ambiental. Mas que impactos podem ser produzidos por cemitérios?

Leia a matéria completa aqui.

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Para onde vão as nossas matas?

No Ano Internacional das Florestas, o diretor do Programa Mata Atlântica mostra o pouco que temos para comemorar

 

As florestas cobrem 31% da área terrestre, garantem a sobrevivência de 1,6 bilhão de pessoas e abrigam cerca de 300 milhões de habitantes. Para destacar essa importância, promover a preservação ambiental e, também, incentivar a reflexão sobre a relação do homem com as matas, a Organização das Nações Unidas (ONU) elegeu 2011o Ano Internacional das Florestas sob o slogan: “Proteja as florestas, elas protegem você”. O Brasil, segundo maior país com área total coberta por matas – perde para a Rússia e suas florestas boreais –, tem pouco a comemorar. A Mata Atlântica, um dos biomas mais ricos em biodiversidade, aparece na lista dos dez que mais correm risco de desaparecer.

Mundialmente, o Brasil é conhecido pela Floresta Amazônica que habita o imaginário das pessoas inspirando, por exemplo, filmes épicos como Avatar. Não é por menos. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o bioma Amazônia ocupa quase metade do território nacional – é a maior floresta tropical do planeta. E ela vai além das fronteiras, se estende pelos vizinhos Venezuela, Colômbia, Peru, Bolívia, Equador, Suriname, Guiana e Guiana Francesa. Sozinha, a Amazônia responde por 26% das florestas tropicais remanescentes do mundo. Apesar dessa grandeza, é graças a todos os biomas brasileiros que o país abriga mais de 20% do número total de espécies endêmicas do planeta e um deles em especial. Segundo a organização não governamental (ONG) SOS Mata Atlântica, a floresta que cede o nome à organização é o bioma mais rico em biodiversidade do planeta.

Estima-se, porém, que restou 7% a 21% da vegetação original da Mata Atlântica, valores
cuja variação se deve ao tipo de levantamento considerado. Esse é o resultado de décadas de desmatamento. No bioma, vive mais de 60% da população brasileira. São cerca de 110 milhões de pessoas que dependem, direta e indiretamente, da conservação dos remanescentes das florestas para a garantia do abastecimento de água, a regulação do clima, a fertilidade do solo. Luiz Paulo Pinto, diretor do Programa Mata Atlântica da ONG Conservação Internacional, conta qual a situação atual do bioma e acredita na sua recuperação.

Veja a matéria completa aqui.

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Documentário mostra efeitos da nova lei florestal

O filme produzido com financiamento público mostra as consequências da aprovação da lei que modificou o Código Florestal na visão de ambientalistas, ruralistas, cientistas e lideranças comunitárias, todos envolvidos na polêmica sobre o que pode ser desmatado no campo e cidades brasileiras. Cientistas e comunidades chamam a atenção para a importância da cobertura vegetal para a disponibilidade de água, por exemplo. Os agentes políticos, donos de propriedades rurais ou urbanas contrários à preservação prevista pelo código anterior reivindicam o direito de decidir o destino das terras.
Lançado em maio, o filme já é um grande sucesso.

Veja a sinopse e o filme aqui.

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Novo radar orbital promete melhorar fiscalização do desmatamento na Amazônia

O trabalho de detecção do desmatamento na Amazônia tende a ficar mais eficiente, em breve, com o uso de um radar orbital capaz de monitorar a região mesmo quando o tempo está encoberto por nuvens. O contrato de financiamento para a compra de imagens de radares acoplados a satélites foi assinado nesta segunda-feira, 20 de julho, no Ministério da Defesa, pelo Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia (Censipan) e o Banco Nacional de Desenvolvimento Social e Econômico (BNDES).

A medida faz parte do projeto Amazônia SAR, do Gabinete Permanente de Gestão Integrada para Proteção do Meio Ambiente, ligado ao Ministério da Defesa. Com a nova tecnologia, a área vigiada será mais de três vezes maior, equivalente a 950 mil quilômetros quadrados (km2), e a frequência de coleta das informações será diária. Pelo sistema atual, 280 mil km2 são monitorados a cada 15 dias.

O investimento no projeto será de R$ 80,5 milhões. Do total, R$ 63,9 milhões são recursos do Fundo Amazônia e R$ 16,6 milhões vão sair do Orçamento da União. O valor é para a contratação de um radar orbital de fornecedores internacionais. O edital está sendo finalizado pelo Cesipam e segundo o ministro da Defesa, Jaques Wagner, deve entrar em operação “imediatamente”.

O ministro explicou à Agência Brasil que a tecnologia usada atualmente não é eficiente em condições climáticas adversas, pois os radares de imagem óptica não conseguem atravessar as nuvens, aumentando a ação de criminosos durante o período que vai de outubro a abril. Segundo ele, as novas imagens vão preencher uma lacuna no sistema atual, evitando o desmatamento, o narcotráfico e o garimpo ilegal e aumentando a velocidade de resposta, caso ocorram.

“No período nublado acontece uma intensificação da degradação na Amazônia. Com a aquisição de um novo tipo de sinal, teremos uma informação mais precisa e rápida, aumentando a eficácia no combate a qualquer tipo de desmatamento”, acrescentou.

O diretor do Censipam, Rogério Guedes, explicou que o sistema atual de monitoramento da região é feito a partir de imagens ópticas. Quando o tempo está nublado, o monitoramento é feito por aviões da Força Aérea Brasileira equipados com radares que sobrevoam a região, mas o custo da operação é alto e a área vigiada é limitada. “Hoje, o custo relativo de operação do radar aerotransportado vai de R$ 5 a 8 milhões em imagens. Com as informações do satélite-radar, o valor vai cair para R$ 270 mil”, estima ele.

Fonte: Envolverde

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