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Clima

ENFIM, O ACORDO DO CLIMA!

Conferência de Paris produz documento histórico, no qual todos os países concordam pela primeira vez em agir para limitar o aquecimento global a menos de 2 graus Celsius neste século.

Depois de 20 anos de negociações, impasses, avanços tímidos e fracassos espetaculares, 195 países e a União Europeia produziram neste sábado nos arredores de Paris aquele que talvez seja o documento mais importante do século XXI: o acordo universal que define como a humanidade combaterá o aquecimento global nas próximas décadas.

Veja as principais decisões do Acordo de Paris aqui.

 

Via Observatório do Clima.

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Geração eólica brasileira é 10º maior no mundo

Com geração de 12,2 terawatt/hora (TWh) de energia eólica em 2014, o Brasil  ocupa a 10ª posição no ranking mundial de geração da fonte,  superando Portugal, Suécia e outros países, que em 2013 estavam à frente. O ranking de 2014 eleva o país em cinco posições em comparação ao ano de 2013, quando o Brasil estava na 15ª posição.  O forte aumento na geração de 2015 deverá levar o Brasil à 7ª posição no ranking. Os dados são do “Ranking Mundial de Energia e Socioeconomia (anos 2012/13/14)”, publicação anual da Secretaria de Planejamento e Desenvolvimento Energético (SPE) do Ministério de Minas e Energia (MME). Ao final de 2014, o Brasil ocupava o 3º lugar no ranking de expansão de geração eólica, com 5,6 TWh de expansão, perdendo apenas para a China (17,2 TWh de expansão) e para os Estados Unidos (14,1 TWh de expansão), e na frente da Alemanha (4,3 TWh) e Índia (3,6 TWh).

Com relação ao volume de  fontes renováveis na Oferta Interna de Energia, o Brasil se mantem na quarta posição, com 121 milhões de tep, ou 6,6% das fontes renováveis do mundo, de 2013. O País fica atrás apenas da China, Índia e dos Estados Unidos. Considerando os 65 países com PIB per capita igual ou superior ao brasileiro, apenas a Islândia, Gabão e Uruguai, todos com menos de 4  milhões de habitantes, superam o indicador do Brasil de 40,8% de renováveis na Matriz Energética de 2013.

Quanto aos biocombustíveis  utilizados no país, a produção de biodiesel subiu uma posição no ranking mundial de 2013, ocupando o terceiro lugar, com a produção de 2.567 mil toneladas, ficando atrás apenas dos Estados Unidos e Alemanha. O forte aumento na produção de 2015 poderá levar o Brasil à 2ª posição no ranking, superando a Alemanha.

Na geração hidráulica de 2014, o Brasil ocupa a terceira posição, com 373 TWh.  A China ocupa a primeira posição, com geração de 1.064 TWh e o Canadá a segunda com 379 TWh. A potência instalada hidráulica brasileira é a terceira maior do mundo em 2012, com 84,3 GW, perdendo para a China (270 GW) e para os Estados Unidos (101,1 GW).

O boletim “Ranking Mundial de Energia e Socioeconomia” apresenta o ranking dos 15 primeiros países – de um universo de cerca de 142 – para uma seleção de 38 indicadores, cobrindo as áreas de energia, emissões de CO2, população e economia.

Veja o boletim aqui.

Fonte: MME

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Índia anuncia plano para diminuir emissões de gases de efeito estufa

Sob pressão crescente para participar de um acordo internacional para combater a mudança climática, a Índia anunciou nesta quinta-feira (1º) seu plano de longo prazo para reduzir a emissão de gases de efeito estufa e elevar sua produção de energia solar, hídrica e eólica.

Terceiro maior poluidor do mundo, a Índia foi o último grande país a emitir o seu plano antes da cúpula de Paris, em dezembro, destinada a forjar um novo acordo abrangente sobre o tema.

 

Leia a matéria completa aqui.

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Novidades do “Seminário Internacional Unindo cidades e bacias hidrográficas para a segurança hídrica e economia verde”

Ontem (21/09/2015) aconteceu na Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo o “Seminário Internacional Unindo cidades e bacias hidrográficas para a segurança hídrica e economia verde”, que contou com profissionais de meio ambiente de diversas partes do mundo.

Foram compartilhadas experiências sobre políticas públicas e projetos relacionados à utilização da água mundialmente, em países como Peru, China, Estados Unidos, Equador, entre outros.

Todd Gratner, do WRI – World Resources Institute, colocou questões sobre restauração e conservação das florestas,apresentando o programa de mapeamento de florestas Global Forest Watch.

Marta Echavarria, da Ecodecision, falou sobre a água na América Latina utilizando os exemplos de Lima (Peru) e ressaltando que as parcerias são a chave para que os projetos relacionados à água sejam executados.

O Professor Doutor Ademar Romeiro, da Unicamp, abordou a situação do Sistema Cantareira, onde foi mencionado o impacto ambiental das grandes propriedades utilizadas para pecuária extensiva na região e afirmado que não é por falta de tecnologia que não se faz um uso do solo adequado na Cantareira.

O professor ainda citou dados de estudos feitos pela Unicamp, onde se concluiu que o pagamento por serviços ambientais na região da Cantareira pode ser autossustentável, sendo que R$2,00 a mais na conta de água dos residentes da Região Metropolitana de São Paulo pelo período de dez anos possibilitaria o pagamento por serviços ambientais na região, restaurando as áreas de pasto extensivo e preservando o Manancial, o que evitaria problemas de escassez como o que ocorre atualmente em São Paulo.

Seminários como os de ontem são de extrema importância para se abrir novas perspectivas sobre a preservação das florestas e das águas, observando-se diferentes casos ao redor do mundo, com diferentes peculiaridades e resultados para serem tomados como exemplo e como ideias para novos projetos ambientais.
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El Niño deve ser o mais forte desde 1997-98

De acordo com a OMM, o El Niño é um dos principais motores do sistema climático e contribui para eventos extremos como secas e enchentes em diferentes partes do mundo. 

De acordo com a Organização Meteorológica Mundial, OMM, um “El Niño maduro e forte está atualmente presente na região do oceano Pacífico Tropical e deve se fortalecer ainda mais”.

O evento climático este ano é o mais forte desde 1997-98. Segundo atualizações da agência da ONU é, potencialmente, um dos quatro mais intensos desde 1950.

Fenômeno

O fenômeno climático acontece quando as águas do pacífico estão mais quentes do que a média. A expectativa é que este El Niño atinja o pico de sua força entre outubro de 2015 e janeiro de 2016.

Segundo a OMM, seus impactos já são evidentes em algumas regiões e serão mais aparentes pelo menos nos próximos entre quatro e oito meses.

O diretor da Divisão de Previsão do Clima e Adaptação da OMM afirmou que, em comparação com o último grande El Ninõ, em 1997-98, há muito mais informação disponível agora.

Maxx Dilley disse ainda que há melhores modelos e preparação no momento. Para ele, este é um teste para os sistemas de alerta precoce e informações climáticas dos países membros da OMM.

Calor

De acordo com a agência, o El Niño/Oscilação Sul, ou Enso, na sigla em inglês, é um dos principais motores do sistema climático e contribui para eventos extremos como secas e enchentes em diferentes partes do mundo.

Globalmente, o fenômeno tem uma influência no aquecimento das temperaturas médias.

Antes do aparecimento completo do El Niño este ano, 2014 já havia sido considerado o ano mais quente já registrado, com recorde de calor nos oceanos e altas temperaturas na superfície.

Esta tendência continuou nos primeiros sete meses de 2015, quando houve muito eventos extremos de “enchentes arrasadoras a calor extremo e seca”.

Mudança Climática

Segundo a OMM, cada El Niño é diferente e outros fenômenos climáticos também desempenham um papel. A interação entre o Enso e a mudança climática também é tema de pesquisa.

O diretor do Programa Mundial de Pesquisa Climática, cofinanciado pela OMM, afirmou que El Niño em 2015 é o primeiro a ocorrer desde o “rápido derretimento do gelo do oceano Ártico e cobertura de neve”.

David Carlson declarou ainda que “o planeta mudou muito em 15 anos”, quando ocorreu o último grande El Niño.

Para ele, este fenômeno climático em 2015 é “único por causa da combinação sem precedentes da influência equatorial do El Niño e a influência da baixa cobertura de neve e gelo no mar no Ártico ao mesmo tempo”. Carlson disse não saber se os dois padrões vão se reforçar ou anular. (Rádio ONU/ #Envolverde)

Fonte: Envolverde

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