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Meio ambiente

Estudo do Ibama reúne 12 mil imagens da área impactada por rejeitos da Samarco

Fonte: Mundo GEO

O Ibama realizou mapeamento com 12 mil fotos aéreas georreferenciadas de toda a área impactada pela lama de rejeitos da mineradora Samarco (Vale/BHP) após o rompimento da barragem de Fundão, em Mariana (MG), no dia 05/11.

Uma câmera de alta resolução acoplada ao helicóptero utilizado nas operações de emergência ambiental registrou o desastre nos 663,2 km de rios da barragem até a foz, no Espírito Santo, com uma foto a cada dois segundos. O levantamento foi realizado pelo coordenador do Núcleo de Geoprocessamento e Monitoramento Ambiental em São Paulo, Claudio Dupas, uma semana após o rompimento, nos dias 13, 14 e 20 de novembro. O estudo será atualizado na próxima semana com novas imagens da foz do Rio Doce.

O estudo está disponível no site do Sistema Compartilhado de Informações Ambientais: http://siscom.ibama.gov.br/mariana/

Fonte: Mundo GEO

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ENFIM, O ACORDO DO CLIMA!

Conferência de Paris produz documento histórico, no qual todos os países concordam pela primeira vez em agir para limitar o aquecimento global a menos de 2 graus Celsius neste século.

Depois de 20 anos de negociações, impasses, avanços tímidos e fracassos espetaculares, 195 países e a União Europeia produziram neste sábado nos arredores de Paris aquele que talvez seja o documento mais importante do século XXI: o acordo universal que define como a humanidade combaterá o aquecimento global nas próximas décadas.

Veja as principais decisões do Acordo de Paris aqui.

 

Via Observatório do Clima.

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Geração eólica brasileira é 10º maior no mundo

Com geração de 12,2 terawatt/hora (TWh) de energia eólica em 2014, o Brasil  ocupa a 10ª posição no ranking mundial de geração da fonte,  superando Portugal, Suécia e outros países, que em 2013 estavam à frente. O ranking de 2014 eleva o país em cinco posições em comparação ao ano de 2013, quando o Brasil estava na 15ª posição.  O forte aumento na geração de 2015 deverá levar o Brasil à 7ª posição no ranking. Os dados são do “Ranking Mundial de Energia e Socioeconomia (anos 2012/13/14)”, publicação anual da Secretaria de Planejamento e Desenvolvimento Energético (SPE) do Ministério de Minas e Energia (MME). Ao final de 2014, o Brasil ocupava o 3º lugar no ranking de expansão de geração eólica, com 5,6 TWh de expansão, perdendo apenas para a China (17,2 TWh de expansão) e para os Estados Unidos (14,1 TWh de expansão), e na frente da Alemanha (4,3 TWh) e Índia (3,6 TWh).

Com relação ao volume de  fontes renováveis na Oferta Interna de Energia, o Brasil se mantem na quarta posição, com 121 milhões de tep, ou 6,6% das fontes renováveis do mundo, de 2013. O País fica atrás apenas da China, Índia e dos Estados Unidos. Considerando os 65 países com PIB per capita igual ou superior ao brasileiro, apenas a Islândia, Gabão e Uruguai, todos com menos de 4  milhões de habitantes, superam o indicador do Brasil de 40,8% de renováveis na Matriz Energética de 2013.

Quanto aos biocombustíveis  utilizados no país, a produção de biodiesel subiu uma posição no ranking mundial de 2013, ocupando o terceiro lugar, com a produção de 2.567 mil toneladas, ficando atrás apenas dos Estados Unidos e Alemanha. O forte aumento na produção de 2015 poderá levar o Brasil à 2ª posição no ranking, superando a Alemanha.

Na geração hidráulica de 2014, o Brasil ocupa a terceira posição, com 373 TWh.  A China ocupa a primeira posição, com geração de 1.064 TWh e o Canadá a segunda com 379 TWh. A potência instalada hidráulica brasileira é a terceira maior do mundo em 2012, com 84,3 GW, perdendo para a China (270 GW) e para os Estados Unidos (101,1 GW).

O boletim “Ranking Mundial de Energia e Socioeconomia” apresenta o ranking dos 15 primeiros países – de um universo de cerca de 142 – para uma seleção de 38 indicadores, cobrindo as áreas de energia, emissões de CO2, população e economia.

Veja o boletim aqui.

Fonte: MME

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Índia anuncia plano para diminuir emissões de gases de efeito estufa

Sob pressão crescente para participar de um acordo internacional para combater a mudança climática, a Índia anunciou nesta quinta-feira (1º) seu plano de longo prazo para reduzir a emissão de gases de efeito estufa e elevar sua produção de energia solar, hídrica e eólica.

Terceiro maior poluidor do mundo, a Índia foi o último grande país a emitir o seu plano antes da cúpula de Paris, em dezembro, destinada a forjar um novo acordo abrangente sobre o tema.

 

Leia a matéria completa aqui.

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Profissional de sustentabilidade é visto de forma estratégica na crise

Por Letícia Arcoverde | Valor Econômico

” Apesar do cenário de crise e corte de custos, a maioria das empresas manteve ou aumentou o investimento na área de sustentabilidade dentro das empresa em 2015, em relação ao ano passado. Apenas 9% das companhias reduziram o orçamento destinado à área, volume similar ao registrado entre 2014 e 2013. A maior parte (43%) manteve o valor, enquanto 29%  aumentou o investimento.

Veja a matéria do Valor Econômico aqui!

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