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Mudanças Climáticas

ENFIM, O ACORDO DO CLIMA!

Conferência de Paris produz documento histórico, no qual todos os países concordam pela primeira vez em agir para limitar o aquecimento global a menos de 2 graus Celsius neste século.

Depois de 20 anos de negociações, impasses, avanços tímidos e fracassos espetaculares, 195 países e a União Europeia produziram neste sábado nos arredores de Paris aquele que talvez seja o documento mais importante do século XXI: o acordo universal que define como a humanidade combaterá o aquecimento global nas próximas décadas.

Veja as principais decisões do Acordo de Paris aqui.

 

Via Observatório do Clima.

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Índia anuncia plano para diminuir emissões de gases de efeito estufa

Sob pressão crescente para participar de um acordo internacional para combater a mudança climática, a Índia anunciou nesta quinta-feira (1º) seu plano de longo prazo para reduzir a emissão de gases de efeito estufa e elevar sua produção de energia solar, hídrica e eólica.

Terceiro maior poluidor do mundo, a Índia foi o último grande país a emitir o seu plano antes da cúpula de Paris, em dezembro, destinada a forjar um novo acordo abrangente sobre o tema.

 

Leia a matéria completa aqui.

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Novidades do “Seminário Internacional Unindo cidades e bacias hidrográficas para a segurança hídrica e economia verde”

Ontem (21/09/2015) aconteceu na Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo o “Seminário Internacional Unindo cidades e bacias hidrográficas para a segurança hídrica e economia verde”, que contou com profissionais de meio ambiente de diversas partes do mundo.

Foram compartilhadas experiências sobre políticas públicas e projetos relacionados à utilização da água mundialmente, em países como Peru, China, Estados Unidos, Equador, entre outros.

Todd Gratner, do WRI – World Resources Institute, colocou questões sobre restauração e conservação das florestas,apresentando o programa de mapeamento de florestas Global Forest Watch.

Marta Echavarria, da Ecodecision, falou sobre a água na América Latina utilizando os exemplos de Lima (Peru) e ressaltando que as parcerias são a chave para que os projetos relacionados à água sejam executados.

O Professor Doutor Ademar Romeiro, da Unicamp, abordou a situação do Sistema Cantareira, onde foi mencionado o impacto ambiental das grandes propriedades utilizadas para pecuária extensiva na região e afirmado que não é por falta de tecnologia que não se faz um uso do solo adequado na Cantareira.

O professor ainda citou dados de estudos feitos pela Unicamp, onde se concluiu que o pagamento por serviços ambientais na região da Cantareira pode ser autossustentável, sendo que R$2,00 a mais na conta de água dos residentes da Região Metropolitana de São Paulo pelo período de dez anos possibilitaria o pagamento por serviços ambientais na região, restaurando as áreas de pasto extensivo e preservando o Manancial, o que evitaria problemas de escassez como o que ocorre atualmente em São Paulo.

Seminários como os de ontem são de extrema importância para se abrir novas perspectivas sobre a preservação das florestas e das águas, observando-se diferentes casos ao redor do mundo, com diferentes peculiaridades e resultados para serem tomados como exemplo e como ideias para novos projetos ambientais.
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Tudo sobre Desmatamento Zero: reportagem especial sobre como salvar a natureza no Brasil e o clima na Terra

Reportagem completa, interativa e especial sobre o desmatamento na Amazônia e alternativas viáveis de manter a floresta em pé obtendo lucro.
Pecuária intensiva que alia maior produção com reflorestamento, aldeia indígena que vende créditos de carbono para impulsionar o extrativismo e preservar as florestas, a luta contra as serrarias ilegais e a exploração sustentável da floresta são abordados de forma clara, ilustrada e registrada em vídeos nessa matéria especial realizada pela Folha de São Paulo.

Veja essa matéria especial aqui!

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El Niño deve ser o mais forte desde 1997-98

De acordo com a OMM, o El Niño é um dos principais motores do sistema climático e contribui para eventos extremos como secas e enchentes em diferentes partes do mundo. 

De acordo com a Organização Meteorológica Mundial, OMM, um “El Niño maduro e forte está atualmente presente na região do oceano Pacífico Tropical e deve se fortalecer ainda mais”.

O evento climático este ano é o mais forte desde 1997-98. Segundo atualizações da agência da ONU é, potencialmente, um dos quatro mais intensos desde 1950.

Fenômeno

O fenômeno climático acontece quando as águas do pacífico estão mais quentes do que a média. A expectativa é que este El Niño atinja o pico de sua força entre outubro de 2015 e janeiro de 2016.

Segundo a OMM, seus impactos já são evidentes em algumas regiões e serão mais aparentes pelo menos nos próximos entre quatro e oito meses.

O diretor da Divisão de Previsão do Clima e Adaptação da OMM afirmou que, em comparação com o último grande El Ninõ, em 1997-98, há muito mais informação disponível agora.

Maxx Dilley disse ainda que há melhores modelos e preparação no momento. Para ele, este é um teste para os sistemas de alerta precoce e informações climáticas dos países membros da OMM.

Calor

De acordo com a agência, o El Niño/Oscilação Sul, ou Enso, na sigla em inglês, é um dos principais motores do sistema climático e contribui para eventos extremos como secas e enchentes em diferentes partes do mundo.

Globalmente, o fenômeno tem uma influência no aquecimento das temperaturas médias.

Antes do aparecimento completo do El Niño este ano, 2014 já havia sido considerado o ano mais quente já registrado, com recorde de calor nos oceanos e altas temperaturas na superfície.

Esta tendência continuou nos primeiros sete meses de 2015, quando houve muito eventos extremos de “enchentes arrasadoras a calor extremo e seca”.

Mudança Climática

Segundo a OMM, cada El Niño é diferente e outros fenômenos climáticos também desempenham um papel. A interação entre o Enso e a mudança climática também é tema de pesquisa.

O diretor do Programa Mundial de Pesquisa Climática, cofinanciado pela OMM, afirmou que El Niño em 2015 é o primeiro a ocorrer desde o “rápido derretimento do gelo do oceano Ártico e cobertura de neve”.

David Carlson declarou ainda que “o planeta mudou muito em 15 anos”, quando ocorreu o último grande El Niño.

Para ele, este fenômeno climático em 2015 é “único por causa da combinação sem precedentes da influência equatorial do El Niño e a influência da baixa cobertura de neve e gelo no mar no Ártico ao mesmo tempo”. Carlson disse não saber se os dois padrões vão se reforçar ou anular. (Rádio ONU/ #Envolverde)

Fonte: Envolverde

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