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Para onde vão as nossas matas?

No Ano Internacional das Florestas, o diretor do Programa Mata Atlântica mostra o pouco que temos para comemorar

 

As florestas cobrem 31% da área terrestre, garantem a sobrevivência de 1,6 bilhão de pessoas e abrigam cerca de 300 milhões de habitantes. Para destacar essa importância, promover a preservação ambiental e, também, incentivar a reflexão sobre a relação do homem com as matas, a Organização das Nações Unidas (ONU) elegeu 2011o Ano Internacional das Florestas sob o slogan: “Proteja as florestas, elas protegem você”. O Brasil, segundo maior país com área total coberta por matas – perde para a Rússia e suas florestas boreais –, tem pouco a comemorar. A Mata Atlântica, um dos biomas mais ricos em biodiversidade, aparece na lista dos dez que mais correm risco de desaparecer.

Mundialmente, o Brasil é conhecido pela Floresta Amazônica que habita o imaginário das pessoas inspirando, por exemplo, filmes épicos como Avatar. Não é por menos. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o bioma Amazônia ocupa quase metade do território nacional – é a maior floresta tropical do planeta. E ela vai além das fronteiras, se estende pelos vizinhos Venezuela, Colômbia, Peru, Bolívia, Equador, Suriname, Guiana e Guiana Francesa. Sozinha, a Amazônia responde por 26% das florestas tropicais remanescentes do mundo. Apesar dessa grandeza, é graças a todos os biomas brasileiros que o país abriga mais de 20% do número total de espécies endêmicas do planeta e um deles em especial. Segundo a organização não governamental (ONG) SOS Mata Atlântica, a floresta que cede o nome à organização é o bioma mais rico em biodiversidade do planeta.

Estima-se, porém, que restou 7% a 21% da vegetação original da Mata Atlântica, valores
cuja variação se deve ao tipo de levantamento considerado. Esse é o resultado de décadas de desmatamento. No bioma, vive mais de 60% da população brasileira. São cerca de 110 milhões de pessoas que dependem, direta e indiretamente, da conservação dos remanescentes das florestas para a garantia do abastecimento de água, a regulação do clima, a fertilidade do solo. Luiz Paulo Pinto, diretor do Programa Mata Atlântica da ONG Conservação Internacional, conta qual a situação atual do bioma e acredita na sua recuperação.

Veja a matéria completa aqui.

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Documentário mostra efeitos da nova lei florestal

O filme produzido com financiamento público mostra as consequências da aprovação da lei que modificou o Código Florestal na visão de ambientalistas, ruralistas, cientistas e lideranças comunitárias, todos envolvidos na polêmica sobre o que pode ser desmatado no campo e cidades brasileiras. Cientistas e comunidades chamam a atenção para a importância da cobertura vegetal para a disponibilidade de água, por exemplo. Os agentes políticos, donos de propriedades rurais ou urbanas contrários à preservação prevista pelo código anterior reivindicam o direito de decidir o destino das terras.
Lançado em maio, o filme já é um grande sucesso.

Veja a sinopse e o filme aqui.

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Terra passará por ‘mini era do gelo’ em 15 anos, afirmam cientistas

A terra deve passar por uma “mini era glacial” em 15 anos, o que trará invernos amargamente frios que podem levar o rio Tamisa a congelar, estimaram cientistas da Universidade de Northumbria. A conclusão veio após a criação de um novo modelo de atividade solar que produz “previsões precisas”. As informações são do Telegraph.

Segundo o levantamento, a atividade solar vai cair 60%, levando à condições semelhantes às vividas no século 17. Os cientistas afirmam que os fluidos no interior do sol criam ciclos de 11 anos e irão convergir de forma que as temperaturas cairão drasticamente em 2030.

Registros históricos apontam que na Inglaterra, durante um período parecido no século 17, o rio Tâmisa, por exemplo, ficou congelado durante sete semanas.

Fonte: Portal Terra

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